 {"id":576,"date":"2015-04-09T13:09:23","date_gmt":"2015-04-09T13:09:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www4.uma.pt\/cierl\/?page_id=576"},"modified":"2016-02-18T12:53:27","modified_gmt":"2016-02-18T12:53:27","slug":"pensardiverso","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cierl.uma.pt\/?page_id=576","title":{"rendered":"Pensardiverso"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Pensardiverso.<\/em> Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira<\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\">N.\u00ba 5 &#8211; Mem\u00f3rias<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">APELO A CONTRIBUI\u00c7\u00d5ES \/CALL FOR PAPERS<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www4.uma.pt\/cierl\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/PensarDiverso2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-497\" src=\"http:\/\/www4.uma.pt\/cierl\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/PensarDiverso2-213x300.jpg\" alt=\"PensarDiverso2\" width=\"213\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/cierl.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/PensarDiverso2-213x300.jpg 213w, https:\/\/cierl.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/PensarDiverso2.jpg 644w\" sizes=\"auto, (max-width: 213px) 100vw, 213px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><em>Pensadiverso. Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira <\/em><\/strong>\u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de car\u00e1cter cient\u00edfico, sujeita a <em>peer review e<\/em>\u00a0dirigida por Celina Martins.<\/p>\n<p>J\u00e1 com tr\u00eas n\u00fameros editados e um quarto no prelo,\u00a0<strong><em>Pensadiverso. Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira<\/em><\/strong>\u00a0\u00e9 um projecto editorial recentemente integrado no\u00a0CIERL-UMa, onde continuar\u00e1 a sua miss\u00e3o, orientada para a\u00a0divulga\u00e7\u00e3o de pesquisa cient\u00edfica de investigadores portugueses e estrangeiros que se ocupem de temas vinculados \u00e0s Artes Visuais, Cultura, Filosofia, Lingu\u00edstica, Literatura, Hist\u00f3ria e Psicologia no \u00e2mbito dos espa\u00e7os e cosmovis\u00f5es lus\u00f3fonos.<\/p>\n<p>A coordena\u00e7\u00e3o da revista prepara, agora, a edi\u00e7\u00e3o do seu<strong> n.\u00ba5<\/strong>, tendo seleccionado <strong>&#8220;Mem\u00f3rias&#8221;<\/strong> como tema de capa.<\/p>\n<p>Aqui segue o <strong>convite \u00e0 participa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Pensardiverso.<\/em> Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira<\/strong><\/p>\n<p><strong>N.\u00ba 5 &#8211; Mem\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p>Em <em>Mat\u00e9ria e mem\u00f3ria: <\/em><em>ensaio sobre a rela\u00e7\u00e3o do corpo com o esp\u00edrito<\/em>, Bergson sublinha que \u201cn\u00e3o h\u00e1 consci\u00eancia sem mem\u00f3ria\u201d, pressupondo um trabalho de releitura do passado: o sujeito tem consci\u00eancia de um acto <em>sui generis <\/em>que o insere no passado como se estivesse a reajustar o foco de uma fotografia. A mem\u00f3ria representa uma fonte de aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimento, funcionando como um ve\u00edculo de preserva\u00e7\u00e3o da cultura. Os signos da mem\u00f3ria \u2013 o patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico, a l\u00edngua, o livro, o filme, o quadro, o v\u00eddeo \u2013 s\u00e3o instrumentos participativos na configura\u00e7\u00e3o da identidade. As hist\u00f3rias do contador s\u00e3o um recet\u00e1culo de mem\u00f3rias que resgatam o imagin\u00e1rio coletivo sem limites geogr\u00e1ficos e temporais. Na Gr\u00e9cia Antiga, a epopeia destinava-se a perpetuar a imortalidade do her\u00f3i: o astucioso Ulisses adia o regresso para ter mat\u00e9ria que contar. De modo distinto, a narrativa \u00e1rabe visa a salva\u00e7\u00e3o: Xerazade fia e desfia as suas hist\u00f3rias para diferir a morte. O passado s\u00f3 permanece \u201cvivo\u201d atrav\u00e9s de trabalhos de s\u00edntese da mem\u00f3ria, que facultam a oportunidade de reviv\u00ea-lo a partir do momento em que o sujeito partilha as suas experi\u00eancias, os seus testemunhos e as suas lembran\u00e7as.<\/p>\n<p>No n\u00famero cinco, ser\u00e3o publicados artigos que reflitam sobre a no\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria desde a perspectiva plural e interdisciplinar, incidindo nos seguintes enfoques:<\/p>\n<ul>\n<li>A mem\u00f3ria como constru\u00e7\u00e3o do conhecimento;<\/li>\n<li>O texto memorial\u00edstico como manifesta\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia ao esquecimento;<\/li>\n<li>A inter-rela\u00e7\u00e3o entre Mem\u00f3ria e Hist\u00f3ria em busca do entendimento das contradi\u00e7\u00f5es da sociedade;<\/li>\n<li>A travessia da mem\u00f3ria pelas palavras nos distintos espa\u00e7os lus\u00f3fonos;<\/li>\n<li>A narrativa de testemunho inscrita nos textos, fotografias, quadros, filmes, assim como nos espa\u00e7os digitais da <em>internet <\/em>;<\/li>\n<li>A mem\u00f3ria do sujeito em contextos de disforia (ex\u00edlio, regimes de repress\u00e3o, a experi\u00eancia do trauma, as alegorias do fim, etc.).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Prazo de entrega: 30 de outubro de 2015<\/p>\n<p>As propostas de artigos dever\u00e3o ser enviadas para o seguinte endere\u00e7o electr\u00f3nico:<\/p>\n<p><a href=\"mailto:pensardiverso@uma.pt\"><strong>pensardiverso@uma.pt<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Solicita-se aos investigadores o envio de inten\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o para o mesmo endere\u00e7o eletr\u00f3nico.<\/p>\n<p>Observa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ol>\n<li>N\u00e3o ser\u00e3o aceites artigos que n\u00e3o respeitem as Normas de Edi\u00e7\u00e3o da Revista;<\/li>\n<li>N\u00e3o ser\u00e3o aceites artigos entregues fora do prazo acima estabelecido.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Manual de Estilo &#8211; Normas para a Apresenta\u00e7\u00e3o de Artigos<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Os artigos ser\u00e3o redigidos em Portugu\u00eas.<\/p>\n<p>&#8211; Os artigos dever\u00e3o ter 15 p\u00e1ginas (incluindo as notas e a bibliografia).<\/p>\n<p>&#8211; Todos os originais ser\u00e3o apresentados na vers\u00e3o definitiva em <em>Word<\/em> (formato A4).<\/p>\n<p>&#8211; Margens: 2,5 cm (superior), 2,5 cm (inferior) e 3 cm (laterais).<\/p>\n<p>&#8211; Espa\u00e7amento: 1,5, corpo 12, Times New Roman.<\/p>\n<p>&#8211; As p\u00e1ginas <strong>n\u00e3o <\/strong>dever\u00e3o vir <strong>numeradas<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o do artigo<\/strong><\/p>\n<p>. A apresenta\u00e7\u00e3o de cada artigo deve obedecer \u00e0 seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>. T\u00edtulo: centrado, corpo 14, Times New Roman, em caixa alta.<\/p>\n<p>. Men\u00e7\u00e3o ao Autor do Artigo e \u00e0 Institui\u00e7\u00e3o: dois espa\u00e7os simples, abaixo do t\u00edtulo.<\/p>\n<p>. A men\u00e7\u00e3o do Autor ser\u00e1 indicada no canto superior esquerdo, fonte 12<strong>,<\/strong> Times New Roman.<\/p>\n<p>. A Institui\u00e7\u00e3o ser\u00e1 tamb\u00e9m indicada no canto superior esquerdo, fonte 11, Times New Roman.<\/p>\n<p>. Na linha a seguir, a men\u00e7\u00e3o do endere\u00e7o eletr\u00f3nico tamb\u00e9m figura no canto superior esquerdo, fonte 11, Times\u00a0 New Roman.<\/p>\n<p>. Resumos: o\u00a0artigo deve vir precedido de um resumo em <strong>Portugu\u00eas <\/strong>e em <strong>Ingl\u00eas<\/strong>, contendo no m\u00e1ximo 500 caracteres. Devem vir precedidos da palavra \u201cResumo\u201d, \u201cAbstract\u201d, seguida de dois pontos.\u00a0O resumo em Portugu\u00eas figura ap\u00f3s a men\u00e7\u00e3o do autor, contando tr\u00eas espa\u00e7os simples. As palavras resumo e abstract s\u00e3o indicadas em caracteres normais.\u00a0O resumo deve vir em it\u00e1lico, com espa\u00e7amento simples, corpo 11, Times New Roman.<\/p>\n<p>. O resumo deve ser seguido de palavras-chave, quatro a cinco, separadas por ponto e v\u00edrgula.\u00a0As palavras-chave figuram em it\u00e1lico e em negrito.\u00a0Ex: Palavras-chave<strong>: <\/strong><strong>Palavra 1; palavra 2; palavra 3; palavra 4;<\/strong> etc.<\/p>\n<p><strong>. <\/strong>Formata\u00e7\u00e3o do texto: O in\u00edcio de par\u00e1grafo ser\u00e1 marcado com 1 <em>tab<\/em> (1 cm). Todo o texto dever\u00e1 ter alinhamento justificado.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Cita\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; <strong>As cita\u00e7\u00f5es pouco extensas<\/strong> (at\u00e9 tr\u00eas linhas inclusive) ser\u00e3o incorporadas no texto com aspas simples (<strong>piclas)<\/strong> &#8220;\u2026.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>As<\/strong> c<strong>ita\u00e7\u00f5es longas<\/strong> dever\u00e3o ser indentadas e separadas do corpo do texto, Times New Roman, 11, com espa\u00e7amento de 1,5. \u00a0Nestes casos, a\u00a0cita\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser identada no lado direito e esquerdo, avan\u00e7o 2 cm. Este tipo de cita\u00e7\u00f5es <strong>n\u00e3o<\/strong> <strong>leva aspas<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8211; As <strong>omiss\u00f5es<\/strong> devem ser assinaladas entre par\u00eanteses retos [\u2026].<\/p>\n<p>&#8211; Todas as palavras estrangeiras ser\u00e3o grafadas em it\u00e1lico.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Estas ser\u00e3o sempre feitas no corpo do texto, na forma abreviada da indica\u00e7\u00e3o, entre par\u00eanteses curvos, indicando o nome do autor, data de publica\u00e7\u00e3o e o n\u00famero de p\u00e1gina.<\/p>\n<p>Exemplos:<\/p>\n<p>.<strong>Um s\u00f3 autor<\/strong>: (Todorov, 1989: 7).<\/p>\n<p>.\u00a0<strong>Dois autores:<\/strong> (Machado &amp; Pageaux, 1985: 25-27).<\/p>\n<p><strong>. Tr\u00eas ou mais autores<\/strong>: (Doyle <em>et ali<\/em>, 1973: 8).<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0Para cita\u00e7\u00f5es indirectas, usar <em>in. <\/em>Exemplo: (<em>in<\/em> Todorov, 1988: 33)<\/p>\n<p>&#8211; Quando se cita um autor com duas obras publicadas no mesmo ano, dever\u00e1 ser acrescentado \u00e0 data as letras a, b, etc. segundo este modelo:<\/p>\n<p>(Bakhtine, 1970a) e (Bakhtine, 1970b)<\/p>\n<p>&#8211; Para facilitar a leitura do artigo: no caso de um autor ser, repetidamente, citado, seguir-se-\u00e1 o mesmo crit\u00e9rio das refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas <em>supra.<\/em> Exemplo: (Saramago, 1995: 5)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0Bibliografia:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; A bibliografia consultada dever\u00e1 ser indicada no fim do artigo, corpo 11, Times New Roman, espa\u00e7o simples, adotando o crit\u00e9rio da ordem alfab\u00e9tica de apelidos de autor.<\/p>\n<p>&#8211; A palavra \u201cBibliografia\u201d figura em negrito, corpo 11, Times New Roman, contando um espa\u00e7o ap\u00f3s o fim do artigo.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0No caso de surgir o mesmo autor mais de uma vez, dever\u00e1 acrescentar-se \u00e0 data as letras a, b etc., de acordo com a seguinte apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica:<\/p>\n<p>Bakhtine, Mikha\u00efl, 1970a, <em>La Po\u00e9tique<\/em><em> de Dosto\u00efevski<\/em>, trad. Isabelle Kolitcheff, Paris, Seuil.<\/p>\n<p>Bakhtine, Mikha\u00efl, 1970b, <em>L\u2019Oeuvre de Fran\u00e7ois Rabelais et la Culture Populaire au Moyen \u00c2ge et sous la Renaissance<\/em>, trad. Andr\u00e9e Robel, Paris, Gallimard.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Modelos de cita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8211; Livro de um autor:\u00a0<\/strong>Saramago, Jos\u00e9, 1995a, <em>Ensaio sobre a Cegueira, <\/em>Lisboa, Editorial Caminho.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Livro de dois autores:\u00a0<\/strong>Machado, \u00c1lvaro &amp; Pageaux, Daniel-Henri, 1988, <em>Da Literatura Comparada \u00e0 Teoria da Literatura<\/em>, Lisboa, Edi\u00e7\u00f5es 70.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Livro de tr\u00eas ou mais autores:\u00a0<\/strong>Mateus, Maria Helena Mira <em>et ali<\/em>, 1989, <em>Gram\u00e1tica da L\u00edngua Portuguesa<\/em>, Lisboa, Caminho.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Cap\u00edtulo ou artigo com editores:\u00a0<\/strong>Lisboa, Maria Manuela, 2001, \u201cColonial crosswords: (In)voicing the gap in Mia Couto\u201d <em>in <\/em>Robin Fiddian (ed.) <em>Postcolonial Perspectives on the Cultures of Latin America and Lusophone Africa<\/em>, Liverpool, Liverpool University Press, pp. 191-212.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Cap\u00edtulo ou artigo com organizadores:<\/strong>Clifford, James, 2002, \u201cPost\/Neo Colonial Situations: Notes on Historical Realism Today\u201d <em>in<\/em> Helena Carvalh\u00e3o Buescu &amp; Sanches Manuela Ribeiro (org.), <em>Literatura e Viagens P\u00f3s-coloniais<\/em>, Act 6, Lisboa, Edi\u00e7\u00f5es Colibri, pp. 9-32.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0<strong>Artigo em revista:\u00a0<\/strong>Campos, Haroldo de, 1981, \u201cDa Raz\u00e3o Antropof\u00e1gica: a Europa sob o Signo da Devora\u00e7\u00e3o\u201d <em>in<\/em> <em>Col\u00f3quio\/Letras<\/em>, n\u00ba 62, julho, pp. 10-25.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Disserta\u00e7\u00f5es n\u00e3o publicadas:\u00a0<\/strong>Fernandes, Maria de Penha Campos, 1995, <em>Mimese ir\u00f3nica. Para uma Po\u00e9tica Pragm\u00e1tica do Romance Contempor\u00e2neo<\/em>, Tese de Doutoramento em Teoria da Literatura sob a orienta\u00e7\u00e3o de V\u00edtor Aguiar e Silva, Universidade do Minho, texto policopiado.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0<strong>Documento digital:\u00a0<\/strong>Langrouva, Helena Concei\u00e7\u00e3o, 2002, \u201cMar-Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Po\u00e9tica do espa\u00e7o e da viagem\u201d <em>in<\/em> <a href=\"http:\/\/www.triplov.com\/sophia\/helena.html\">http:\/\/www.triplov.com\/sophia\/helena.html<\/a> (consultado em 20 de janeiro de 2012).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Recens\u00f5es cr\u00edticas<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; O t\u00edtulo da obra dever\u00e1 figurar centrado, em it\u00e1lico e em negrito, corpo 14, Times New Roman, em caixa alta. Na mesma linha, indica-se o nome do autor do livro: corpo 12, Times New Roman.<\/p>\n<p>Na segunda linha, indica-se a cidade, a editora e o ano de publica\u00e7\u00e3o, corpo 11, Times New Roman.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois espa\u00e7os:<\/p>\n<p>&#8211; Na terceira linha, indica-se o nome do autor da recens\u00e3o, corpo 12, Times New Roman.<\/p>\n<p>&#8211; Na quarta linha, indica-se o Nome da Institui\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica: corpo 11, Times New Roman.<\/p>\n<p>&#8211; Na quinta linha, indica-se o endere\u00e7o eletr\u00f3nico, corpo 11, Times New Roman.<\/p>\n<p>Exemplo:<\/p>\n<p><strong><em>O GUARDADOR DE SEGREDOS<\/em><\/strong>, de Davi Arrigucci Jr.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo, Campo de Letras, 2011<\/p>\n<p>Andrea Saad Hossne<\/p>\n<p>Universidade de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><a href=\"mailto:andreahossne@uol.com.br\">andreahossne@uol.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0<strong>O corpo do texto<\/strong> da recens\u00e3o segue as mesmas normas acima indicadas para os artigos.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0No fim da recens\u00e3o, indicam-se as fontes consultadas:<\/p>\n<p>&#8211; \u00a0<strong>Refer\u00eancias <\/strong>(negrito, corpo 11, Times New Roman, espa\u00e7o simples)<\/p>\n<p>Ex:<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>Candido, Ant\u00f3nio, 2004, \u201cResson\u00e2ncias\u201d\u00a0 <em>in O albatroz e o chin\u00eas<\/em>, Rio de Janeiro, Ouro sobre Azul, pp. 43-5.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www4.uma.pt\/cierl\/?page_id=651\">N\u00fameros anteriores<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pensardiverso. Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira N.\u00ba 5 &#8211; Mem\u00f3rias APELO A CONTRIBUI\u00c7\u00d5ES \/CALL FOR PAPERS Pensadiverso. Revista de Estudos Lus\u00f3fonos da Universidade da Madeira \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de car\u00e1cter cient\u00edfico, sujeita a peer review e\u00a0dirigida por Celina Martins. J\u00e1 com tr\u00eas n\u00fameros editados e um quarto no prelo,\u00a0Pensadiverso. Revista de &#8230; <a title=\"Pensardiverso\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/cierl.uma.pt\/?page_id=576\" aria-label=\"More on Pensardiverso\">Read more<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":262,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"language":[6],"class_list":{"0":"post-576","1":"page","2":"type-page","3":"status-publish","5":"language-pt_pt"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=576"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":659,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/576\/revisions\/659"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/262"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"language","embeddable":true,"href":"https:\/\/cierl.uma.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Flanguage&post=576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}